quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Primeiras impressões: Longe de ser clone de "Burnout", "Hot Pursuit" marca retorno de "Need for Speed"

     Uma das dúvidas levantadas quando foi anunciado que o novo "Need for Speed" seria produzido pela Criterion, famosa pela velocidade e colisões da série "Burnout", era: até que ponto o jogo não seria apenas um "'Burnout' com carros licenciados"?.        A demonstração de "Hot Pursuit" permitia jogar um modo no qual você pilota um carro policial e persegue - em alta velocidade, claro, afinal o carro de polícia é um Lamborghini Reventón - um "fora-da-lei", no caso um motorista à bordo de outro Lamborghini - desta vez um modelo Gallardo. Durante a perseguição, é possível utilizar nitros, cujo medidor se enche com o passar do tempo, e convocar um bloqueio na estrada feito com viaturas policiais, o que ocorre após a perseguição gerar um determinado nível de notoriedade. Pudemos notar, entretanto, que há outras opções para se barrar motoristas que não respeitam as leis de trânsito: tiras de espinhos para furar pneus, convocar o suporte de um helicóptero e até dardos que afetam os sistemas elétricos do carro transgressor. Infelizmente, na versão testada essas opções não estavam disponíveis.
     A apresentação do jogo lembra muito os jogos da série "Burnout", em especial o mais recente episódio "Paradise", por conta do mundo aberto no qual se dirige. Mas as semelhanças se limitam ao visual. O controle é mais pesado, como nos tempos áureos de "Need for Speed". Por isso, não é possível fazer curvas a 200 km/h, o que dá um toque de realismo à dirigibilidade dos veículos, mas sem exageros: o jogo mantém as raízes arcade que fizeram a fama de suas primeiras versões.
 

 

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